

Nesta sexta-feira (27), os servidores da Secretaria Municipal de Educação (Smed) participaram da capacitação “RH em Ação: Formação e Valorização”. O encontro, que teve o intuito de fortalecer as relações interpessoais entre os setores, tornando o ambiente de trabalho mais empático, harmonioso e humanizado, trabalhou os princípios da Comunicação Não Violenta (CNV). A ação foi organizada pela Coordenação do Núcleo de Gestão de Pessoas no Centro Municipal de Formação Educacional Prof. Raymundo Vianna.
Durante a palestra, a psicopedagoga do NPMV, Cleire Ribeiro Alves, destacou a importância da aplicação da Comunicação Não Violenta no cotidiano: “Às vezes, nos aproximamos bastante das pessoas com as quais trabalhamos e aí acabamos por infringir alguns princípios importantes, básicos, para podermos nos entender, nos respeitar no ambiente de trabalho e colaborar com o crescimento mútuo. O nosso propósito hoje é justamente falar sobre isso, começar com pequenas metas e pensar que também podemos reproduzi-las para outros setores da nossa convivência, principalmente na família”.
A Smed conta com 19 setores, possui 22 coordenações e tem 4.632 servidores lotados. De acordo com o coordenador de Gestão de Recursos Humanos, Sidney Ferraz, a rede atende cerca de 45 mil alunos. Para ele, a formação contribui para a manutenção de “ambientes harmonizados, mais empáticos, e com fluxo de comunicação mais claro e eficiente”, disse. Na ocasião, Sidney também prestou esclarecimentos aos servidores sobre os direitos da categoria e a forma de solicitá-los.
Para a professora da Coordenação de Educação Especial da Smed, Lívia Pinheiro, a capacitação foi muito relevante: “Nós somos servidores públicos e estamos ali para servir o outro. Então é preciso parar e pensar antes de responder e na forma de acolher”.
Já o pedagogo da Smed, Átila Ramos, considerou que a comunicação compassiva nas instituições atuais é de extrema importância, pois constantemente há situações de conflito. “E diante dessas situações conflituosas, nós, enquanto servidores públicos, precisamos colaborar para melhorar essa comunicação e amenizar toda a questão que envolve não só a resolução desses conflitos, mas também o atendimento ao outro, o lado humano do outro. Esse momento marca justamente essa necessidade de sempre nos atentarmos a essa comunicação que é não só de servidor para servidor, mas de um humano para outro humano”.