
O ex-prefeito de Brumado, Eduardo Vasconcelos, criticou os governos do PT na Bahia e cobrou a conclusão da segunda etapa da Barragem de Cristalândia durante o movimento Sua Voz É Nossa Voz, realizado neste sábado (6), em Barra da Estiva, na Chapada Diamantina.
Ao participar do evento ao lado do ex-prefeito de Salvador e pré-candidato ao Governo do Estado, ACM Neto (União Brasil), Vasconcelos afirmou que a ampliação da barragem foi sucessivamente adiada ao longo dos últimos 20 anos pelas gestões petistas.
Segundo ele, o projeto foi concebido ainda durante o governo de Paulo Souto para ser executado em duas etapas. A primeira fase, responsável por garantir capacidade de armazenamento de aproximadamente 15 milhões de metros cúbicos de água, foi concluída ao final daquela gestão. Já a segunda etapa, que elevaria a capacidade para cerca de 35 milhões de metros cúbicos, nunca foi realizada.
“O projeto previa uma barragem construída em duas etapas. Na primeira, ela armazenaria cerca de 15 milhões de metros cúbicos de água. Na segunda, passaria para 35 milhões de metros cúbicos com um acréscimo relativamente pequeno de investimento. Paulo Souto conseguiu os recursos, inclusive no exterior, e executou a primeira etapa. Mas a segunda nunca aconteceu”, declarou.
Eduardo Vasconcelos também afirmou que, durante os quatro mandatos em que administrou Brumado, apresentou diversas reivindicações ao Governo da Bahia solicitando a conclusão da obra, mas não obteve êxito.
“Fui prefeito por quatro mandatos e durante todo esse período nós sempre insistimos na conclusão da segunda etapa. Mas a proposta era constantemente barrada. Sempre postergaram”, criticou.
Ao final do discurso, o ex-prefeito fez um apelo a ACM Neto para que a ampliação da Barragem de Cristalândia seja executada em uma eventual gestão estadual comandada pelo União Brasil.
“Esse é o pedido do povo de Brumado, esse é o pedido de toda a região. A segunda etapa da Barragem de Cristalândia precisa sair do papel. Faça isso, Neto. Conclua a obra que foi iniciada ainda no governo de Paulo Souto”, afirmou.
Fonte: Política ao Ponto