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Brumandense Vanderlan passa por cirurgia cerebral e apresenta boa evolução, informa o Bragantino

Lateral-esquerdo de 23 anos foi submetido a procedimento neurocirúrgico para tratar uma Malformação Arteriovenosa (MAV) Cerebral e deve retornar aos gramados nos próximos meses

Por: Redação
22/01/2026 às 13h36 Atualizada em 23/01/2026 às 14h55
Brumandense Vanderlan passa por cirurgia cerebral e apresenta boa evolução, informa o Bragantino
Divulgação

O Red Bull Bragantino informou nesta quinta-feira (22) que o lateral-esquerdo Vanderlan, natural de Brumado, foi submetido a um procedimento neurocirúrgico bem-sucedido no Hospital Beneficência Portuguesa, em São Paulo. O atleta tratou uma Malformação Arteriovenosa (MAV) Cerebral, condição congênita identificada após exames realizados no final do ano passado.

A alteração foi descoberta depois que o jogador apresentou fortes dores de cabeça, inicialmente associadas a um quadro infeccioso. Após avaliação médica especializada com o neurocirurgião Dr. Feres Chaddad, referência na área, clube e familiares optaram pela realização da cirurgia.

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Em comunicado oficial, o Bragantino destacou que o procedimento ocorreu dentro do esperado e que o atleta, que também tem passagem pelo Palmeiras, encontra-se bem e sob acompanhamento médico. A previsão é de que Vanderlan inicie o processo de recuperação nos próximos dias, com retorno gradual às atividades esportivas nos próximos meses.

O clube paulista reiterou total apoio ao jogador, ressaltando que a prioridade neste momento é a plena recuperação e a segurança do atleta antes da retomada dos treinos de alta intensidade.

O que é MAV?

A Malformação Arteriovenosa Cerebral (MAV) é uma condição rara e congênita caracterizada por uma falha na formação dos vasos sanguíneos do cérebro. Em pessoas saudáveis, o sangue flui das artérias para os capilares — que regulam a pressão — antes de seguir para as veias.

Nos casos de MAV, esse controle não existe, fazendo com que artérias se conectem diretamente às veias, gerando um fluxo sanguíneo intenso e sob alta pressão. Com o tempo, essa condição pode fragilizar os vasos e aumentar significativamente o risco de hemorragias intracranianas.

O tratamento varia conforme o perfil do paciente, levando em conta fatores como idade, localização e tamanho da malformação. As abordagens podem incluir acompanhamento clínico, cirurgia, embolização ou radiocirurgia, sendo comum a combinação de técnicas para maior segurança e eficácia.

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